
Tuesday, May 30, 2006
Wednesday, May 24, 2006
Nínguém pára o Grão
animação
divulgação
TV ("Grão mediático")
Patrocínios (pedidos em € e em géneros)
Apresentações
Reuniões
...
Friday, May 19, 2006
Thursday, May 18, 2006
Em missão
pela missão que nos confias.
Ela não surge como uma tarefa exterior
que se realiza materialmente,
com esmero profissional...
Ela é, antes, cumplicidade de coração
que resulta da gratuidade a que nos convidas
e da revelação dos desígnios divinos
a que nos queres associar.
Por isso, participar da missão
é também comungar nessa paixão de Amor
que Te leva, ó Pai, a criar e a recriar o Mundo
para nele vivermos em Aliança contigo
aprendendo de Jesus a viver como filhos teus
e do espírito a criar como Deus.
Bendito sejas, ó Pai,
por assim nos associares ao teu Amor Criador
que nunca repudia a obra começada
e nela reacende uma centelha do Espírito,
esse fogo purificador
que tudo devolve à sua pureza original.
Bendito sejas, Senhor,
por confiares em nós como confiaste
no Filho Incarnado
e prolongares na missão que em nós geras
a acção redentora de Jesus, único Salvador.
Thursday, May 11, 2006
Monday, May 08, 2006
Antes de partir... o que me prende ao cais?
O que tenho medo de deixar?
Do que acho que vou sentir mais falta?
De quem vou ter mais saudades?
Thursday, May 04, 2006
Perfil do missionário Grão em Fonte Boa
características presentes em pessoas famosas (ou não!)
Jorge Sampaio (c.)
Discreto e ponderado (não se imporia e não iria fazer "alarido" do que quer que fizesse lá)
Oprah (m.)
Não pelo espectáculo, mas porque sente emoção e respeito. Ela já esteve em África e dava muitas coisas mas não é por isso, é pela maneira como contactava com as pessoas. É ir amar!
Descartes (m.)
“Eu só sei que nada sei”. Porque duvidava de tudo. Se calhar nós estamos todos redondamente enganados na nossa percepção. Mas depois contrapunha – não acreditava num Deus malévolo, confiava em Deus.
Tiago Monteiro (p.)
Porque sabe quando pode acelerar e sabe que nas curvas tem que travar. Associo à impotência porque não depende só dele, depende também do carro. Vejo a gasolina como Deus.
Tolinho (
Lembrei-me de um tolinho porque o padre João (Cabral) disse que lá (em África) são muito respeitados e eles têm uma visão mais simplificada da vida e são o que são. Nós vamo-nos dar inteiramente e temos que ser verdadeiros.
Pateta - Goofy (f.)
Pela mesma razão. Porque mesmo quando faz alguma coisa mal não se deixa afectar e não desiste.
Entrega-pizzas
Porque entrega pizzas independentemente das pessoas a quem as entrega, independentemente de serem bem educadas ou não (e fica sem saber se gostaram. (acrescentado pela Maria)).
Florence Nightingale (m.)
Fundadora da enfermagem. Era da alta sociedade inglesa e despojou-se do que tinha e partiu para a guerra da Crimeia. Era muito prática. Não era só a educação que teve, mas a maneira como olhava para as coisas. Quando regressou recusou todas as glórias, o que queria era continuar o seu trabalho.
Angelina Jolie (m.)
Porque também está empenhada em projectos em África. Está muito empenhada em projectos na Namíbia e já tem contactos com o presidente. Para além disso, espero que gostemos tanto de estar lá como ela que já tem nacionalidade namibiana.
MacGyver
Porque ele safa-se sempre de todas as situações.
Motorista de autocarro (l.)
Porque às vezes entramos um bocado perdidos e ele leva-nos direitinhos ao destino e nós também vamos andar um bocado perdidos lá (seja naquilo que fazemos seja na fé).
Avó (m.)
Porque a adorava, tinha uma entrega tão grande às pessoas.
Kofi Annan
Porque era uma ajuda preciosa no terreno, tão dedicado e com tanto trabalho feito.
Palhaço
Para nos deixar ficar bem dispostos. Nós vamos ter com certeza de lidar com muitas coisas (a morte…).
Velho (
Pela grande capacidade de acolhimento, aceitação. Por aceitar uma data de coisas e não querer mudar tudo. Pela sabedoria e sensatez, por saber discernir sobre as coisas.
Hitler (a.)
Pela capacidade que teve de reagir muito bem ao povo e ao que o povo sentia. Capacidade de “entrarmos” na mente das outras pessoas e percebermos até que ponto podemos ajudá-las.
À conversa com o padre João
(O padre João Cabral foi missionário em Moçambique durante 13 anos, tendo durante este período passado alguns dias pela missão de Fonte Boa. Convidamo-lo a partilhar algumas das suas experiências connosco e a sua partilha (na reunião de dia 3 de Maio) enriqueceu a nossa reunião e promoveu uma reflexão e discussão muito interessante. Desta reunião ressalto, de seguida, algumas das ideias que me chamaram mais à atenção)
De quem perante esta nova realidade não sabe nada. De quem quer ajudar na medida em que lhe for possível e em que lhe pedirem para ajudar.
Discrição
A consciencialização que acabamos por ser todos racistas
Todos temos algum racismo em nós, o primeiro passo é reconhecê-lo.
Brancos
Lá os brancos são sempre os ricos. (Problema que os missionários têm lá que se tenta resolver ao…) “estar ao serviço”. (Importância da humildade também no vestir)
Consciencialização das diferenças
As culturas são muito diferentes. O tempo que as coisas demoram, a maneira como as coisas são feitas, a importância que se dá à autoridade, as “regras” na interacção e nos comportamentos em público e tantas outras coisas é tudo diferente do que estamos habituados e temos que nos saber adaptar à realidade para onde vamos.
Não se pode ir lá “fazer uma experiência”
É uma falta de respeito!
Consciência que somos um grão pequenino pequenino
Microscópico mesmo (quanto mais microscópico melhor!)
Não é dar coisas, é dar-se!
Sem esperar retorno
Fotografias
O padre João não tirou nenhuma fotografia enquanto lá esteve. Optou por não pôr esse filtro no contacto com as pessoas e em estar simplesmente com elas.
Costuma dizer-se que quem lá vai, passado 1 mês escreve um livro, passado 1 ano escreve um artigo, e passado 10 anos não escreve nada…
Já agora, vale a pena pensar nisto!

Domingo - 28.05.2006




