Saturday, October 28, 2006

o Grão convida

Agradecimento da Missão
a todos os que a tornaram possível!

Dia 31 de Outubro, terça-feira, no CREU-IL
(Rua Oliveira Monteiro, 562, Boavista)
Missa de acção de graças às 19h
Seguida de convívio com mostra de fotografias e relatos

o Grão tem amigos famosos!;)

Revista Visão, Outubro de 2006



Tuesday, October 24, 2006

Apresentação do Grão


O Grão vai-se apresentar



Queres saber mais?

Aparece
dia 26.10
às 21:15
no CREU-IL
(Rua Oliveira Monteiro, 562)

Sunday, October 22, 2006

aniversário Grão - mestre!!!

21.Out
O padre António Júlio faz anos!!!
Celebramos a sua vida e agradecemos a vida que deu ao Grão!

PARABÉNS TÓJÚ!=)

Tuesday, October 17, 2006

aniversário Grão - Zé

17.Out
O Zé faz anos!!!Mukhale ndi moyo
Moyo
Zaka Zambiribiri
Moyo
Mukhale ndi moyo
Zaka Zambiribiri
Moyo, Moyo, Moyo

MUITOS PARABÉNS ZECA!!!=)

aniversário não-Grão - leiga Filipa

05.Out
PARABÉNS FILIPA!!!

regresso

Saímos pelas 6:30 de Satemwa, duas carrinhas, o Sérgio e o Fernando Carvalho e nove grãos. Passámos a fronteira (tiramos fotografias onde não devíamos, mas acabamos por nos safar...), fomos à fábrica de cerâmica de Dedza, ao mercado de pau preto de Lillongwe e ao meio dia estávamos no aeroporto de Lilongwe também com o nosso anjo da guarda malawiano, o Zé Mendes. Check-in, pagamento da taxa de saída do Malawi (30 dólares por pessoa, mais uma vez tivemos a divina providência do nosso lado; depois de cambiarmos todo o dinheiro que tínhamos sobraram-nos apenas 5 dólares...), despedidas e agradecimentos (muitos!) e toca a embarcar. Joansburgo, Frankfurt e às 11:05 do dia 2.Out chegámos ao aeroporto Sá Carneiro com uma recepção melhor do que a dos jogadores de futebol!
Foi tudo muito muito bom!

O Grão esteve na Fonte Boa

de 05.Ago a 30.Set

música para o Grão

O Sérgio fez-nos uma música que nos cantou no jantar de despedida.
(letra e música: Sérgio Matias)
Vou contar uma história
De um grão que queria voar
Certo dia pela tardinha
Surgiram cinco grãozinhos
Depois cinco dias, mais cinco de vão juntar.
Um com o vento não resistiu e partiu.
Mas todos nove prontos p'ra tudo
Aventureiros e trabalhadores
Como formigas muito unidos
O grão vai trabalhar.
Com oração, contemplação, eucaristia
O grão vai germinar. (bis)
Ouçam bem quem eles são:
Margarida bem divertida
Sabe o que faz e do que é capaz.
A Maria introvertida, com a cantiga desinibida.
Com o Zé tudo porreiro, botão certeiro
Todo xofista, o Zé vai p'ra conquista.
A Inês que bem lhe fez viver nesta missão
Foi grande a emoção e sobretudo dedicação.
O Miguel como seria
Sem dor de dente e sua Maria.
Catarina sempre p'ra cima
Contabilidade e responsabilidade.
Leonor sabe-se impôr, é bem certinha
Mas esquecidinha.
A Martinha profissional, no horário pontual,
Personagem nada banal.
Da Mariana não vou contar, teria muito para falar,
Não daria para acabar.
Já contei a minha história
De um grão que sabe amar.

despedida

De manhã o Sérigio levou-nos ao mercado da vila Ulongué onde acabámos a comer chamuças. Tarde de despedidas na missão com uma missa deliciosa com uma acção de graças preparada por nós e (muitas) fotografias no final.Depois foi um jantar de despedida top preparado pelos leigos (muito obrigados!), um pézinho de dança, com ar de despedida, pelos internatos e fim de noite no Kumbayera, divertidíssimos!

Em grande!

o Grão e o padre superior da missão

(o padre Mário Almeida, s.j., benfiquista, como se vê...)

o grão precisava de férias...

Depois de termos oferecido as nossas férias para missão, na última semana tivemos as únicas (verdadeiramente) férias de verão deste ano. Mais de 5h de camião (até Tete) e 10h30 de machibombo e chegámos à cidade da Beira. Pequena estadia nesta cidade e 40km depois chegámos a Savana, que passou a ser o paraíso para nós!Mantivemo-nos por aqui cinco dias (percebem porquê, não é?) e depois foi fazer outra vez o caminho de regresso à nossa Satemwa (com 10h de machibombo e 5h na caixa de um camião atolado de material para a missão ao chegarmos quase que precisávamos de férias outra vez..:p) e preparar o nosso regresso a Portugal.

Thursday, October 12, 2006

Entrega de prémios, diplomas e mostra de fotos

19.Set
Entrega de prémios do concurso de Expressão Escrita
Entrega dos diplomas e prémios de participação no curso de Inglês
Mostra de algumas das fotografias que tirámos durante a missão

aniversário não-Grão - leigo Sérgio

19.Set

Noite de oração

18.Set
Segunda, às 20h, tivemos o salão-capela cheio de alunos com quem rezamos a Nossa Senhora a esperança e pedimos pelos alunos que sofreram o acidente de chapa dois dias antes.

Despedida do irmão Pedro

17.Set
Grande festa de agradecimento por o irmão Pedro ter estado na Fonte Boa 4 anos

Wednesday, October 11, 2006

Dia com o D.Luís

13.Set
Fomos todos convidados pelo D.Luís para irmos com ele celebrar a Kaloga!

concurso de expressão escrita

Para incentivar o uso da língua portuguesa fizemos um concurso de expressão escrita com prémios para os 3 primeiros lugares. As composições tinham de ter entre 1 e 4 páginas A5 e podiam ser sobre um de 4 temas: "O meu maior sonho"; "Se eu fosse presidente de Moçambique"; "Eu daqui a 10 anos" e "A minha viagem de sonho"

4º aniversário Grão - Miguel

09.Set
Fomos jantar à vila (Ulongué) com os leigos, os Fernandos, o Zé Lobo (benfeitor da missão) e o irmão Pedro para festejar os anos da Maria e do Miguel.

música para (e sobre) o Miguel
(letra: Grão; música: "pedacinho de Deus")
Sentiste dentro de ti a vontade de voar
O sonho trouxe-te a África, o GRÃO decidiste criar
E p'ra tão longe chegar todos tivemos de trabalhar
Dar ouvidos ao Miguel
Que nos incitava a rezar
rezar, rezar, rezar, rezar...

Claramente o mais beato de nós
Mil mais mil missas não chegarão
Nem o abcesso o impede de sorrir
Com os miúdos é um babadão
Não deixa aldeia nem com empurrão
Vem de lá a cantarolar (bis)
Isto é brutal!

Na divina providência pediu p'ra confiar
Ela foi tão generosa, até um bónus lhe quis dar
Trouxe-lhe uma lavadeira para o príncipe encantar
Tardes de rede e leitura
Abracinhos ao luar
a rezar, rezar, rezar, rezar...

3º aniversário Grão - Maria

08.Set
Fizemos uma primeira celebração dos anos da Maria com a festa do azeiteiro em Satemuá (a segunda parte era no dia seguinte na vila!)

música para (e sobre) a Maria
(letra: Grão; música: "Amanhã de Manhã - Doce")
Frankfurt, Joansburgo, Malawi e Satemwa
Lá veio ela, de tão longe
E agora já está cá

É a Maria é a nossa "esquinuda"
Mas às vezes esquece-se e fica tão muda
Ela é de contrastes

À noite ataca a bucha
E o chá também
Mas noutras alturas
Não há bucha pra ninguém

Ela veio p'ra África
Calor não há não
Descobriu o Miguel
Incendiou-se-lhe o coração

Cuidado Miguel
"Fofa" não é opção
Isso dá-lhe picos
Causa-lhe comichão

Vai a pé, sem boleia
Lá vai para a missão
Mãos ao alto e abanando
Tirar o sapudo da mão

Quarta-feira de festa!

06.Set
Celebrámos os 50 anos de jesuíta do padre Afonso (missão da Fonte Boa) e os 60 anos de jesuíta do padre David (Ulongué), com uma missa celebrada pelo D. Luís e um jantar com os jesuítas e as irmãs da Fonte Boa, de Lifidzi e de Ulongué, os leigos, os colaboradores e, claro, os grãos (o coro da missa!)

2º aniversário Grão - Mariana

04.Set
música para (e sobre) a Mariana
(letra: Grão; música: "onde Deus te levar")

Podes achar que não tens tanto glamour
Como a nossa Mi
Ela é a nossa tia tão querida e dondinha
Mas não se deixem enganar pelo seu ar
Ela é de gancho e vai mostrar

Que mesmo sendo pequena, de metro e meio
Tem muito a dar, não tem receio
Porque ela é a melhor tia deste Grão inteiro

Mas pode ser tão difícil acreditar nesta faceta
Que até na terra se vai sentar
E aos miúdos histórias contar
E no meio das palhotas é vê-la rir
Só falta rebolar, só falta rebolar

Monday, October 09, 2006

Chapotera e Lifidzi

03.Set
O padre Mário levou-nos a Chapotera (que era para a missão de Lifidzi o que Satemwa é para a da Fonte Boa) e ao lugar onde foram martirizados, em 1985, o padre João de Deus e o padre Sílvio (jesuítas) por terem tido a coragem de denunciar continuamente as atrocidades de guerra cometidas quer pela RENAMO quer pela FRELIMO;
e a Lifidzi, onde fomos muito bem recebidos pelos jesuítas e pelas irmãs da missão e, de forma especial, pelo D. Luís, bispo emérito de Lixinga (de branco na foto).

casamentos em grande

3.Set
34 casamentos, com alguns baptismos e crismas pelo meio, celebrados em Satemwa, mesmo em frente à nossa casa, numa cerimónia cheia de rituais, música e dança que demorou 3h30.

tarde de jogos tradicionais portugueses

Sábado - 2.Set

os grãozinhos nas comunidades

em grupos de dois ou de três, os grãos acompanhavam, às vezes, o padre Mário nas visitas às comunidades. Eram momentos muito interessantes que vivíamos intensamente, em cerimónias (celebradas em chichewa) cheias de rituais (baptizados, crismas, casamentos...) com muita música onde fomos sempre muito bem recebidos. No final, apresentávamos-nos à comunidade e o Sr. Bema traduzia aquilo que dizíamos.

foto
(Miguel e Margarida)


(Zé, Mariana e Catarina - 28.Ago, Cachepa)


foto
(Maria e Leonor)


foto
(Marta e Inês)


Curso de Inglês

O Grão preparou e realizou um curso intensivo de Inglês!Às terças e às quintas de manhã (alunos da 9ª) e de tarde (alunos da 8ª e da 10ª)

o grão foi ver o pôr do sol ao rio Maue

19.Ago
e foi à missa à vila (Ulongué) e jantar nas barracas da vila, tudo com os leigos e os Fernandos.

1º aniversário Grão - Marta

17.Ago
Música para (e sobre) a Marta
(letra: Grão; música: "Aprendiz de Viajante")


música
(a pôr...)

pedimos desculpa pelo incómodo!:p




turnos de oração de 3 dias

um par de grãos preparava as orações da manhã e da noite durante 3 dias

trabalhos Grão

pares de 2:
  • casa (refeições)
  • apoio ao internato masculino
  • apoio ao internato feminino
  • par flutuante (apoio aos alunos externos, ao centro nutricional e às crianças das aldeias)
  • enfermeiras (a Nônô e a Marta, estudantes de enfermagem, davam apoio ao centro de saúde todas as manhãs e integravam as outras actividades durante a tarde)
troca de par e de actividades todas as semanas
  • sexta era dia de machamba (trabalhos agrícolas) para todos!

curiosidades

  • O sol nascia às 5:30 e punha-se às 17:30, às 18h já era de noite
  • Satemwa tinha água canalizada, mas não quente
  • Tínhamos cerca de 3h diárias de electricidade (gerador a diesel) e depois disso era "à luz das velas"
  • Comíamos bem, mas o leite era em pó
  • Tínhamos rede mosquiteira em todas as janelas da casa e mosquiteiro sobre todas as camas
  • O mosquito da malária é activo entre o anoitecer e o amanhecer e era nessa altura que nos enchíamos de repelente
  • Quando chegámos (inícios de Agosto) estava frio (sobretudo à noite) e todos tínhamos entre 2 e 4 cobertores nas camas.
  • As pessoas naquela zona falavam maioritariamente o dialecto (chichewa) e muitas não falavam sequer português.
  • Demorávamos cerca de 45 minutos a fazer o caminho entre Satemwa e a missão e ficávamos verdadeiramente felizes quando apanhávamos boleia em "caixas abertas" que passavam e paravam.

Domingo

DESCANSO!

Sábado

manhã - limpezas em Satemwa
tarde - missão (e missa com os alunos às 17h)

os nossos dias (segunda a sexta)

7h - oração da manhã
7:15 - pequeno-almoço
~7:40 - ida para a missão
trabalhos na missão
11h - saída para Satemwa (para almoçar)
14h - saída para a missão
trabalhos na missão
17h - saída para Satemwa (se não for dia de missa)
19:45 - jantar
~21h - DDS (reunião para definição do dia seguinte)
~21:30 - oração da noite

(as nossas enfermeiras tomavam o pequeno almoço antes da oração e saiam logo depois para os trabalhos no centro de saúde)

-1

no dia 13.Ago ficámos reduzidos a

9 grãos

primeiro foi um baque
depois recompusemo-nos e correu tudo lindamente!

subida à Mpenha

13.Ago
O padre David (de Ulongué) convidou-nos para, com os leigos e os Fernandos, subirmos à Mpenha e participarmos na celebração da eucaristia que ia acontecer lá no alto!Viagem de caixa aberta (e em magotes); subida por entre pedras, socalcos, terra queimada e muito pó; missa (ao ar livre, cheia de gente e de música); pic-nic lá no alto; vistas; descida; ida à capela em construção; primeira refeição-grão-com-as-mãos; regresso!
Que grande dia!

personagens

os grãos: todos nós
o padre Mário: superior da missão
os leigos para o desenvolvimento: Filipa, Lina e Sérgio
os Fernandos: Fernando Carvalho e Fernando Espírito Santo (ex-leigos para o desenvolvimento que estão a trabalhar com os jesuítas da zona)
as irmãs: Lola, Assunción e Sónia

a missão da Fonte Boa

A missão da Fonte Boa é uma missão de jesuítas com o apoio das irmãs pastoras. A equipa missionária é composta por três padres (padre Mário, o superior, padre Waldyr e padre Afonso), dois irmãos (irmão Andrade e irmão Pedro), três irmãs (irmã Assunción, irmã Lola e irmã Sónia) e por um número variável de leigos para o desenvolvimento (este ano três: Filipa, Lina e Sérgio). A missão, para além do trabalho pastoral na paróquia da Fonte Boa (31 comunidades agrupadas em 7 zonas), trabalha na educação (tem uma escola (neste momento nacionalizada) para a 8ª, 9ª e 10ª classes que serve cerca de 800 alunos, 275 em regime de internato), na saúde (tem um centro de saúde e um centro nutricional) e na agricultura (50hectares de terra plantada e animais, para além de duas moagens que servem a população).

onde ficámos


Na casa beata Ana Maria Mogas em Satemwa



Satemwa é uma propriedade da missão com 5 hectares que fica a 4km da Fonte Boa comprada pelos jesuítas na altura da guerra civil e onde eles viveram

onde estávamos

Moçambique
província de Tete
planalto de Angónia (a ~1300m de altitude)
distrito de Tsangano
Missão da Fonte Boa/Satemwa

Todos juntos

o segundo grupo partiu a 09.Ago

não perdeu nenhum vôo

chegou à 10.Ago

1º grupo

partiu no dia 03. Ago do aeroporto de Sá Carneiro

Porto - Frankfurt
Frankfurt - Joansburgo (África do Sul)
(perdemos ligação Joansburgo - Lillongwe)
Joansburgo - Blantyre (Malawi)
Blantyre - Lilongwe (Malawi)

chegámos tarde demais a Lilingwe (as fronteiras entre o Malawi e Moçambique fecham às 18h) passámos a noite em Lilongwe em casa do Zé Mendes (um malawiano filho de pais portugueses amigo da missão)
chegámos à missão da Fonte Boa a 05. Ago